Essa noite a neta acordou às 3 da manhã mas estava boazinha.
Hoje falei com meu pai, ele ligou e disse que achou onde foi averbado o contrato de compra do terreno que está com problemas lá no Morumbi.
Vou reconfigurar a monitoração de telefones para apurar toda aquela história da escola. Depois eu conto o resultado.
Comprei uma lâmpada eletrônica super pequena que finalmente encaixou nas luminárias lá de casa e são de 11W, ficou muito legal!
quarta-feira, julho 30, 2003
terça-feira, julho 29, 2003
Em conversa com meu pai obtive as seguintes informações:
-Meu irmão disse estar perplexo por eu ter obrigado meu filho a pagar sua faculdade;
-Minha mãe pagou R$3.500,00 às vésperas da formatura do meu filho senão ele não colaria grau;
-Que eu já havia sido convocado a comparecer à escola para negociar dívidas e me omiti;
-Que eu estava fazendo isso tudo para humilhar meu filho na tentativa de que ele viesse até mim de joelhos pedir ajuda;
-Que isso era um segredo e que ela fez o pagamento como um presente secreto para que nós pudéssemos ver nosso filho formando.
No momento tudo que quero é apurar de onde vem toda esta estória e o quanto existe de verdade nisso tudo. Espero que nada seja verdade mas se houver alguma verdade nisso tudo quero apurar direitinho.
O maior problema é fazer tudo isso sem brigar com ninguem...
Pior ainda é que existem desdobramentos, diante de tão confusa situação meu pai não quis comparecer à formatura mas para não justificar desta forma ele disse à minha mãe que ele ainda não estava preparado para vir à minha casa (meu relacionamento com a atual esposa dele não era muito bom tempos atras). Como atualmente nosso relacionamento está até legal, a esposa do meu pai ao ouvir a desculpa esfarrapada ficou fula com ele e minha mãe ficou com a certeza de que meu pai não veio à formatura do neto por minha culpa. Ainda bem que eu já estou até anestesiado com tanta coisa, nem dói mais..
-Meu irmão disse estar perplexo por eu ter obrigado meu filho a pagar sua faculdade;
-Minha mãe pagou R$3.500,00 às vésperas da formatura do meu filho senão ele não colaria grau;
-Que eu já havia sido convocado a comparecer à escola para negociar dívidas e me omiti;
-Que eu estava fazendo isso tudo para humilhar meu filho na tentativa de que ele viesse até mim de joelhos pedir ajuda;
-Que isso era um segredo e que ela fez o pagamento como um presente secreto para que nós pudéssemos ver nosso filho formando.
No momento tudo que quero é apurar de onde vem toda esta estória e o quanto existe de verdade nisso tudo. Espero que nada seja verdade mas se houver alguma verdade nisso tudo quero apurar direitinho.
O maior problema é fazer tudo isso sem brigar com ninguem...
Pior ainda é que existem desdobramentos, diante de tão confusa situação meu pai não quis comparecer à formatura mas para não justificar desta forma ele disse à minha mãe que ele ainda não estava preparado para vir à minha casa (meu relacionamento com a atual esposa dele não era muito bom tempos atras). Como atualmente nosso relacionamento está até legal, a esposa do meu pai ao ouvir a desculpa esfarrapada ficou fula com ele e minha mãe ficou com a certeza de que meu pai não veio à formatura do neto por minha culpa. Ainda bem que eu já estou até anestesiado com tanta coisa, nem dói mais..
Fui prá chácara neste final de semana, mais precisamente na sexta. Pretendia sair próximo da hora do almoço mas o carro não ficou pronto e só peguei a estrada por volta das quatro e meia da tarde.
Como minha tia estava no hospital convalecendo de uma cirurgia no cérebro e outras duas tias haviam viajado para lá a fim de visitá-la, eu pretendia chegar cedo ao hospital, visitar a paciente e dar carona às outras para casa (elas moram na mesma cidade onde fica a chácara mas distante 150 km do hospital onde houve a operação).
Com o atraso do carro, tudo mudou, fui direto para a chácara e reprogramei a visita na viagem de retorno e as tias voltaram de ônibus mesmo.
Chegando ao meu destino encontrei meu pai e sua esposa que lá estavam desde o início da semana. Ela estava fazendo palavras cruzadas e ele ao lado. Como roubaram a TV eles passaram todos os dias desse jeito e iam dormir muito cedo, geralmente antes das nove da noite!
Minha chegada mudou um pouco esta rotina pois logo comecei a conversar com meu pai e esta prosa só terminou lá pelas cinco e meia da manhã! Haja assunto!
No sábado fomos almoçar na casa do Tio Roberto e saímos de lá quase que na hora de ir para a casa da Tia Cecília para um jantar já acertado entre meu pai e ela. Já viu né? Não deu prá fazer nada lá na Chácara, só arrancamos um toco de mangueira e capinamos um pouco a frente da casa.
No domingo meu pai queria ir embora o mais cedo possível, mas começamos a fazer um servicinho aqui e outro acolá e depois começamos a colher frutas e bater um papinho com os vizinhos e isso e aquilo até que quando eles conseguiram sair já eram quase seis da tarde. De certa forma isso é um bom sinal.
Quando eles saíram já começara a regar as plantas e fiz uma boa rega tanto no jardim como no quintal da casa, cortei uns pés de manga que nasceram amontoados e recolhi todo o material para um monte de lenha. Escureceu e fui para dentro de casa onde comecei a consertar um interruptor para melhorar a luz da sala onde em seguida iria começar a arrumar um receptor de FM que não estava funcionando direito, entretanto recebi um convite para assistir uns curta-metragem de 16 mm lá na ONG. Aceitei e fui tomar banho.
A projeção foi um barato, fazia muito tempo que não assistia 16 mm e logo me veio à lembrança os tempos de cine-clube na faculdade. Assistimos quatro curtas e depois da sessão começamos a bater papo e aí já sabe: voltei prá casa depois da uma da manhã, mas ainda deu tempo de terminar o conserto do rádio antes das duas.
Na segunda acordei cedo, ao som das notícias da rádio USP, o rádio ficou bom ! Terminei de arrumar aquele interruptor que na noite anterior só tinha "jumpeado" e o danado deu um bom trabalho, pudera, o bicho deve ser da década de 50 ou 60, admira ainda estar funcionando né? Comecei a preparar as coisas de viagem e fui até a cidade lá pelas dez. Correio, compra de peças pró carro, banco, despachante agrícola e ida à quitanda da Tia Cecília mantiveram-me ocupado até quase duas da tarde.
De volta à chácara iniciei a colheita de frutas, almoçei e carreguei o carro. Passei pela ONG prá despedir do pessoal e pediram uma cópia do ITR pois estavam solicitando mudança da categoria de energia elétrica para rural que é bem mais barata. Deixei o documento lá e não posso esquecer de pegar de volta na próxima vez.
De lá segui para a casa da Tia Dija onde ela me informou que a outra Tia estava com uma fratura. Veja só, uns dez dias antes da operação na cabeça ela caiu mas tirou chapa e não acusou nada. Logo depois da cirugia ela percebia que não conseguia andar de tanta dor e pediu para investigarem antes de sua alta, não deu outra, estava realmente com uma fratura na parte superior do fêmur e já não era possível outra ação a não ser o implante de uma prótese de titânio. Assim, ela continuava no hospital e levando por terra minhas esperanças de poder visitá-la já tranquila em casa. Tomei proa de Campinas e cheguei ao hospital no finalzinho da tarde.
Ela estava legal, a recuperação da intervenção na cabeça estava excelente e estava com a cirurgia da perna marcada para o dia seguinte.
Depois de um baita atraso no posto do Carrefour onde os computadores pararam quase na minha vez de pagar a conta, cheguei em casa prá lá das dez da noite. Teve bão !
Ah! O Martinho está iniciando na Chácara a produção e hortaliças de forma orgânica e pretende conseguir a certificação de propriedade de produção orgânica. Tomara que consiga e que as coisas finalmente deslanchem por lá.
Como minha tia estava no hospital convalecendo de uma cirurgia no cérebro e outras duas tias haviam viajado para lá a fim de visitá-la, eu pretendia chegar cedo ao hospital, visitar a paciente e dar carona às outras para casa (elas moram na mesma cidade onde fica a chácara mas distante 150 km do hospital onde houve a operação).
Com o atraso do carro, tudo mudou, fui direto para a chácara e reprogramei a visita na viagem de retorno e as tias voltaram de ônibus mesmo.
Chegando ao meu destino encontrei meu pai e sua esposa que lá estavam desde o início da semana. Ela estava fazendo palavras cruzadas e ele ao lado. Como roubaram a TV eles passaram todos os dias desse jeito e iam dormir muito cedo, geralmente antes das nove da noite!
Minha chegada mudou um pouco esta rotina pois logo comecei a conversar com meu pai e esta prosa só terminou lá pelas cinco e meia da manhã! Haja assunto!
No sábado fomos almoçar na casa do Tio Roberto e saímos de lá quase que na hora de ir para a casa da Tia Cecília para um jantar já acertado entre meu pai e ela. Já viu né? Não deu prá fazer nada lá na Chácara, só arrancamos um toco de mangueira e capinamos um pouco a frente da casa.
No domingo meu pai queria ir embora o mais cedo possível, mas começamos a fazer um servicinho aqui e outro acolá e depois começamos a colher frutas e bater um papinho com os vizinhos e isso e aquilo até que quando eles conseguiram sair já eram quase seis da tarde. De certa forma isso é um bom sinal.
Quando eles saíram já começara a regar as plantas e fiz uma boa rega tanto no jardim como no quintal da casa, cortei uns pés de manga que nasceram amontoados e recolhi todo o material para um monte de lenha. Escureceu e fui para dentro de casa onde comecei a consertar um interruptor para melhorar a luz da sala onde em seguida iria começar a arrumar um receptor de FM que não estava funcionando direito, entretanto recebi um convite para assistir uns curta-metragem de 16 mm lá na ONG. Aceitei e fui tomar banho.
A projeção foi um barato, fazia muito tempo que não assistia 16 mm e logo me veio à lembrança os tempos de cine-clube na faculdade. Assistimos quatro curtas e depois da sessão começamos a bater papo e aí já sabe: voltei prá casa depois da uma da manhã, mas ainda deu tempo de terminar o conserto do rádio antes das duas.
Na segunda acordei cedo, ao som das notícias da rádio USP, o rádio ficou bom ! Terminei de arrumar aquele interruptor que na noite anterior só tinha "jumpeado" e o danado deu um bom trabalho, pudera, o bicho deve ser da década de 50 ou 60, admira ainda estar funcionando né? Comecei a preparar as coisas de viagem e fui até a cidade lá pelas dez. Correio, compra de peças pró carro, banco, despachante agrícola e ida à quitanda da Tia Cecília mantiveram-me ocupado até quase duas da tarde.
De volta à chácara iniciei a colheita de frutas, almoçei e carreguei o carro. Passei pela ONG prá despedir do pessoal e pediram uma cópia do ITR pois estavam solicitando mudança da categoria de energia elétrica para rural que é bem mais barata. Deixei o documento lá e não posso esquecer de pegar de volta na próxima vez.
De lá segui para a casa da Tia Dija onde ela me informou que a outra Tia estava com uma fratura. Veja só, uns dez dias antes da operação na cabeça ela caiu mas tirou chapa e não acusou nada. Logo depois da cirugia ela percebia que não conseguia andar de tanta dor e pediu para investigarem antes de sua alta, não deu outra, estava realmente com uma fratura na parte superior do fêmur e já não era possível outra ação a não ser o implante de uma prótese de titânio. Assim, ela continuava no hospital e levando por terra minhas esperanças de poder visitá-la já tranquila em casa. Tomei proa de Campinas e cheguei ao hospital no finalzinho da tarde.
Ela estava legal, a recuperação da intervenção na cabeça estava excelente e estava com a cirurgia da perna marcada para o dia seguinte.
Depois de um baita atraso no posto do Carrefour onde os computadores pararam quase na minha vez de pagar a conta, cheguei em casa prá lá das dez da noite. Teve bão !
Ah! O Martinho está iniciando na Chácara a produção e hortaliças de forma orgânica e pretende conseguir a certificação de propriedade de produção orgânica. Tomara que consiga e que as coisas finalmente deslanchem por lá.
quinta-feira, julho 24, 2003
Que Baile !
Dia 19 de julho de 2003
Minha mãe chegou cedo do hotel, cedo para o horário do baile que começaria às onze da noite. Ela chegou antes das dez em casa e esperava pelo neto que disse pegá-los às dez e quinze pois queria estacionar o carro em local próximo da entrada.
Como de costume ele se atrasou e faltando pouco para as onze ele ligou dizendo que já estava a caminho.
Pouco tempo depois ele ligou novamente, eu atendi, sua voz trêmula denotava a gravidade do momento enquanto ele informava que acabara de ser assaltado por cinco marginais armados.
Corri até a casa dele e a polícia já estava presente. Estava ele, um amigo e a noiva do amigo, todos bastante chocados com a violência que sofreram em um momento tão especial.
Amigo Azarado
O amigo estava hospedado em sua casa e veio especialmente para prestigiar a formatura, eles já foram colegas do curso técnico e agora voltam a ser colegas engenheiros.
Estava tambem no local o Ronaldo, vizinho muito prestativo que nos ajudou muito, disponibilizando seu telefone e sua casa para que a moça pudesse se recompor do susto. O Ronaldo até emprestou o tambor da porta da sua cozinha para que pudéssemos fechar a casa roubada pois os bandidos levaram todas as chaves, todas mesmo, inclusive a do carro que sobrou. Conto melhor, meu filho colocou seu carro à venda já há algum tempo só que ainda não conseguiu fazer negócio. Por ocasião da formatura foi até a agencia pegar o carro de volta para usá-lo naquele final de semana mas o dono da agencia disse que a ocasião era especial e ofereu emprestado um carro mais novo e meu filho aceitou a cortesia.
Uni, duni, tê..
Quando ocorreu o assalto, haviam dois carros em frente à casa, este emprestado e o do amigo que estava hospedado lá. Não se sabe por que motivo, talvez devido aos vidros com película, os marginais preferiram o carro do amigo, mas como não queriam que fossem perseguidos, levaram a chave do outro carro. Isso gerou outro contratempo pois ficamos com medo de que voltassem para buscar o outro carro, do jeito que estão audaciosos nada é de se duvidar. Diante disso resolvemos chamar um guincho para rebocar o carro até a garagem do Ronaldo, que ao contrário da do meu filho, possui muro e portão com chave. Entretando, por muita felicidade, quando o guincho estava chegando, a policia informou que haviam capturado o bando, cancelamos então o guincho..
Celular janela afora
Meu filho estava com um celular, tambem emprestado, que foi levado pelos bandidos, por sorte ele tambem foi recuperado com a prisão deles pois eles jogaram pela janela do carro junto com as armas.
Por falar em armas, as vítimas identificaram todos os cinco bandidos como portadores de armas mas a polícia só recuperou duas, uma muito surrada e talvez até inoperante e outra de brinquedo.
Saudades dos ciganos
A casa do meu filho situa-se isolada, sem construções pelos fundos e laterais. Recentemente um grupo de ciganos que invadiram o local por um bom tempo foram obrigados a sair e por uma ironia todos pensamos que se os ciganos ainda lá estivessem, talvez o crime não teria ocorrido.
Na Delegacia
Logo que chegamos à delegacia, era a delegacia do município vizinho 25 km, os policiais informaram que o carro sofrera uma colisão mas com pequenos danos, a captura começou quando o veículo foi identificado próximo a um posto de gasolina e o condutor recusou-se a parar, fingindo não ter percebido a viatura sinalizando. Em certo momento iniciaram fuga em alta velocidade entraram contra-mão em um trevo quase colidindo com um onibus e finalmente foram imobilizados por outras viaturas mais à frente. Pouco antes, tentaram se desfazer do produto do roubo e das armas.
O Bando
Encontramos o bando com alguns ferimentos, menos do que gostaríamos, roupas rasgadas e com cara de humildes e bonzinhos. Estavam algemados e sentados perfilados em um grande banco de madeira, deu até pena mas a pena durou até ouvirmos o depoimento de cada um à escrivã. A coisa ficou mais ou menos assim: o lider disse não ter nada a declarar, os dois ditos menores assumiram a culpa do planejamento de convite aos demais para cometerem o crime, outro declarou que os menores haviam planejado e o convidaram ao crime e o terceiro não menor pediu que fosse encaminhado a um centro de recuperação de dependentes químicos pois este era o caso dele.
Ao ouvir todo este disparate o amigo do meu filho ficou indignado, eles demonstraram preparo para fugir das garras da lei e a estratégia estava bem arrumada, a formação de quadrilha estava a cargo de dois inimputáveis, dos demais um nada declarou, outro confirmou o envolvimento passivo e o outro solicitou atendimento especial. Foi até o delegado e denunciou a armação mas o delegado tranquilizou-o dizendo que esta estratégia não tem dado muito certo e que a justiça tinha meios de garantir pena adequada a todos.
Tomara!
Longa e Fria Madrugada
No começo da madrugada um dos policiais profetizou que passaríamos a noite lá e que terminaríamos nossa missão lá pelas seis da manhã. Dito e feito, até a conferência dos itens apreendidos, depoimentos, assinaturas e tudo mais foi-se a madrugada, e o baile de formatura. Nem mesmo o café da manhã que é servido após o baile pudemos aproveitar.. Para não dizer que tudo foi perdido, pegamos a máquina fotográfica recuperada do roubo e tiramos uma foto com meu filho de black-tie, o amigo de paletó e gravata rodeados por policiais em frente à delegacia.
Quando finalmente chegamos ao carro, sob frio de bater o queixo, percebemos que a suspensão estava abalada e a roda traseira esquerda estava amassada permitindo vazar o ar em determinadas posições que tocava o solo. Tinha tambem que pagar R$65 pelo guincho, como se o prejuízo já não fosse o bastante. Detalhe o carro não tinha seguro.
Fome
Estávamos mal alimentados e paramos em um posto com lanchonete onde comemos enorme cachorro-quente que parecia até melhor do que realmente era. Enquanto estávamos lá os policiais nos encontraram e aproveitaram para tirar fotos do carro para finalizar o registro particular deles.
Procura pelo Celular
Na volta para casa ainda passamos pelo local onde objetos foram jogados, na esperança de localizar o celular e um relógio vasculhamos a área mas sem sucesso, evidentemente, para completar, ao voltar para os carros aquele pneu da roda amassada esvaziou e tivemos que trocá-lo sob frio intenso e à beira do tráfego.
Isso não é tudo
No começo da madrugada meu filho acompanhou alguns policiais até o local onde foram jogadas as armas pois um dos marginais disse que o celular e o relógio que faltavam foram jogados junto com as armas. Procuraram inutilmente pela peças perdidas e quando preparavam-se para retornar o rádio comunicou que havia uma moto em fuga. Iniciaram perseguição com meu filho na viatura até cercarem a moto onde uma enorme quantidade de policiais apontava escopetas para os dois ocupantes. Um dos policiais gritava: -Só atirem depois de segunda ordem!! E meu filho lá, participando disso tudo...
Fim da aventura, fim de formatura, fim de baile. Que baile?
Dia 19 de julho de 2003
Minha mãe chegou cedo do hotel, cedo para o horário do baile que começaria às onze da noite. Ela chegou antes das dez em casa e esperava pelo neto que disse pegá-los às dez e quinze pois queria estacionar o carro em local próximo da entrada.
Como de costume ele se atrasou e faltando pouco para as onze ele ligou dizendo que já estava a caminho.
Pouco tempo depois ele ligou novamente, eu atendi, sua voz trêmula denotava a gravidade do momento enquanto ele informava que acabara de ser assaltado por cinco marginais armados.
Corri até a casa dele e a polícia já estava presente. Estava ele, um amigo e a noiva do amigo, todos bastante chocados com a violência que sofreram em um momento tão especial.
Amigo Azarado
O amigo estava hospedado em sua casa e veio especialmente para prestigiar a formatura, eles já foram colegas do curso técnico e agora voltam a ser colegas engenheiros.
Estava tambem no local o Ronaldo, vizinho muito prestativo que nos ajudou muito, disponibilizando seu telefone e sua casa para que a moça pudesse se recompor do susto. O Ronaldo até emprestou o tambor da porta da sua cozinha para que pudéssemos fechar a casa roubada pois os bandidos levaram todas as chaves, todas mesmo, inclusive a do carro que sobrou. Conto melhor, meu filho colocou seu carro à venda já há algum tempo só que ainda não conseguiu fazer negócio. Por ocasião da formatura foi até a agencia pegar o carro de volta para usá-lo naquele final de semana mas o dono da agencia disse que a ocasião era especial e ofereu emprestado um carro mais novo e meu filho aceitou a cortesia.
Uni, duni, tê..
Quando ocorreu o assalto, haviam dois carros em frente à casa, este emprestado e o do amigo que estava hospedado lá. Não se sabe por que motivo, talvez devido aos vidros com película, os marginais preferiram o carro do amigo, mas como não queriam que fossem perseguidos, levaram a chave do outro carro. Isso gerou outro contratempo pois ficamos com medo de que voltassem para buscar o outro carro, do jeito que estão audaciosos nada é de se duvidar. Diante disso resolvemos chamar um guincho para rebocar o carro até a garagem do Ronaldo, que ao contrário da do meu filho, possui muro e portão com chave. Entretando, por muita felicidade, quando o guincho estava chegando, a policia informou que haviam capturado o bando, cancelamos então o guincho..
Celular janela afora
Meu filho estava com um celular, tambem emprestado, que foi levado pelos bandidos, por sorte ele tambem foi recuperado com a prisão deles pois eles jogaram pela janela do carro junto com as armas.
Por falar em armas, as vítimas identificaram todos os cinco bandidos como portadores de armas mas a polícia só recuperou duas, uma muito surrada e talvez até inoperante e outra de brinquedo.
Saudades dos ciganos
A casa do meu filho situa-se isolada, sem construções pelos fundos e laterais. Recentemente um grupo de ciganos que invadiram o local por um bom tempo foram obrigados a sair e por uma ironia todos pensamos que se os ciganos ainda lá estivessem, talvez o crime não teria ocorrido.
Na Delegacia
Logo que chegamos à delegacia, era a delegacia do município vizinho 25 km, os policiais informaram que o carro sofrera uma colisão mas com pequenos danos, a captura começou quando o veículo foi identificado próximo a um posto de gasolina e o condutor recusou-se a parar, fingindo não ter percebido a viatura sinalizando. Em certo momento iniciaram fuga em alta velocidade entraram contra-mão em um trevo quase colidindo com um onibus e finalmente foram imobilizados por outras viaturas mais à frente. Pouco antes, tentaram se desfazer do produto do roubo e das armas.
O Bando
Encontramos o bando com alguns ferimentos, menos do que gostaríamos, roupas rasgadas e com cara de humildes e bonzinhos. Estavam algemados e sentados perfilados em um grande banco de madeira, deu até pena mas a pena durou até ouvirmos o depoimento de cada um à escrivã. A coisa ficou mais ou menos assim: o lider disse não ter nada a declarar, os dois ditos menores assumiram a culpa do planejamento de convite aos demais para cometerem o crime, outro declarou que os menores haviam planejado e o convidaram ao crime e o terceiro não menor pediu que fosse encaminhado a um centro de recuperação de dependentes químicos pois este era o caso dele.
Ao ouvir todo este disparate o amigo do meu filho ficou indignado, eles demonstraram preparo para fugir das garras da lei e a estratégia estava bem arrumada, a formação de quadrilha estava a cargo de dois inimputáveis, dos demais um nada declarou, outro confirmou o envolvimento passivo e o outro solicitou atendimento especial. Foi até o delegado e denunciou a armação mas o delegado tranquilizou-o dizendo que esta estratégia não tem dado muito certo e que a justiça tinha meios de garantir pena adequada a todos.
Tomara!
Longa e Fria Madrugada
No começo da madrugada um dos policiais profetizou que passaríamos a noite lá e que terminaríamos nossa missão lá pelas seis da manhã. Dito e feito, até a conferência dos itens apreendidos, depoimentos, assinaturas e tudo mais foi-se a madrugada, e o baile de formatura. Nem mesmo o café da manhã que é servido após o baile pudemos aproveitar.. Para não dizer que tudo foi perdido, pegamos a máquina fotográfica recuperada do roubo e tiramos uma foto com meu filho de black-tie, o amigo de paletó e gravata rodeados por policiais em frente à delegacia.
Quando finalmente chegamos ao carro, sob frio de bater o queixo, percebemos que a suspensão estava abalada e a roda traseira esquerda estava amassada permitindo vazar o ar em determinadas posições que tocava o solo. Tinha tambem que pagar R$65 pelo guincho, como se o prejuízo já não fosse o bastante. Detalhe o carro não tinha seguro.
Fome
Estávamos mal alimentados e paramos em um posto com lanchonete onde comemos enorme cachorro-quente que parecia até melhor do que realmente era. Enquanto estávamos lá os policiais nos encontraram e aproveitaram para tirar fotos do carro para finalizar o registro particular deles.
Procura pelo Celular
Na volta para casa ainda passamos pelo local onde objetos foram jogados, na esperança de localizar o celular e um relógio vasculhamos a área mas sem sucesso, evidentemente, para completar, ao voltar para os carros aquele pneu da roda amassada esvaziou e tivemos que trocá-lo sob frio intenso e à beira do tráfego.
Isso não é tudo
No começo da madrugada meu filho acompanhou alguns policiais até o local onde foram jogadas as armas pois um dos marginais disse que o celular e o relógio que faltavam foram jogados junto com as armas. Procuraram inutilmente pela peças perdidas e quando preparavam-se para retornar o rádio comunicou que havia uma moto em fuga. Iniciaram perseguição com meu filho na viatura até cercarem a moto onde uma enorme quantidade de policiais apontava escopetas para os dois ocupantes. Um dos policiais gritava: -Só atirem depois de segunda ordem!! E meu filho lá, participando disso tudo...
Fim da aventura, fim de formatura, fim de baile. Que baile?
Dia 18 de julho de 2003
Formatura do meu primogênito, colação de grau.
Presentes minha esposa, filha e neta alem de minha mãe e seu esposo.
Como ex-aluno da escola fui convidado a entregar o diploma de meu filho.
Foi uma ocasião importante, o fim de uma etapa para onde não se retorna mais, outros cursos podem vir mas não terão mais as cores deste momento.
Minha mulher já me explicou que eu fiz muito menos por meus filhos do que considero ter feito e eu entendo esta mensagem como uma advertência de incompetência que recebo com respeito. Todavia, sendo incompetente fiz tudo que pude.
Sinto-me então orgulhoso pelo resultado!
Parabens filho!
Formatura do meu primogênito, colação de grau.
Presentes minha esposa, filha e neta alem de minha mãe e seu esposo.
Como ex-aluno da escola fui convidado a entregar o diploma de meu filho.
Foi uma ocasião importante, o fim de uma etapa para onde não se retorna mais, outros cursos podem vir mas não terão mais as cores deste momento.
Minha mulher já me explicou que eu fiz muito menos por meus filhos do que considero ter feito e eu entendo esta mensagem como uma advertência de incompetência que recebo com respeito. Todavia, sendo incompetente fiz tudo que pude.
Sinto-me então orgulhoso pelo resultado!
Parabens filho!
quinta-feira, julho 17, 2003
Acabo de retornar do sepultamento do Toninho.
Nesses momentos nossa percepção aviltada pela emoção transforma fenômenos simples em poderosas metáforas da nossa vida. Uma delas me ocorreu hoje quando carregávamos a urna:
Em nossa pequena cidade, as tradições ainda preservadas, as pequenas distâncias e o transito ainda moderado, permitem que na cerimônia de sepultamento a urna seja sempre transportada pelos próprios participantes, à pé. Assim, um pequeno grupo de homens permanece à frente, junto à urna, promovendo o revezamento constante dos que carregam. Por si, este processo dá um tom dramático ao funeral onde parentes e amigos se unem em um último gesto de generosidade não só para com o morto tambem entre os componentes do grupo, entretanto, quando se pega na alça percebe-se que o esforço varia muito durante o percurso, por vezes muito pesado, logo em seguida outra pessoa é substituida por uma mais alta e fica muito mais leve, mas se um mais alto inicia no lado oposto volta a pesar. A cadência dos passos obedece tambem ao elenco de carregadores, por vezes sincronizado e harmonioso, por vezes descompassado e irregular, chegando a comprometer o curso mas uma coisa é certa, cada substituição modifica tudo e, quando finalmente chega a sua vez de ser substituido vem o alívio do período de descanso.
Este processo, parece-me fazer uma analogia à nossa própria vida: ficamos inicialmente nos preparando para entrar em ação e quando nela estamos sujeitos à interferencia, hora positiva, hora negativa, independentemente da intenção dos demais atores que, mesmo bem intencionados, acabam por aumentar nossas dificuldades. Às vezes vemos os incompetentes, nem sempre na sua forma pejorativa, como foi o caso de pessoas de muita idade que insistiam em participar do rito e sem condições físicas apropriadas acabavam por sobrecarregar os demais. Felizmente eram sempre substituídos em curto prazo. Em determinado momento, quando voce já está cansado, chega o fim da sua participação e outros deverão prosseguir com a tarefa..
O Toninho teve em sua vida gente que o ajudou muito e outros que o atrapalharam muito. Chegou o fim da tarefa dele, quanto à nossa, ainda continua.
Ninguem sabe por quanto tempo.
Nesses momentos nossa percepção aviltada pela emoção transforma fenômenos simples em poderosas metáforas da nossa vida. Uma delas me ocorreu hoje quando carregávamos a urna:
Em nossa pequena cidade, as tradições ainda preservadas, as pequenas distâncias e o transito ainda moderado, permitem que na cerimônia de sepultamento a urna seja sempre transportada pelos próprios participantes, à pé. Assim, um pequeno grupo de homens permanece à frente, junto à urna, promovendo o revezamento constante dos que carregam. Por si, este processo dá um tom dramático ao funeral onde parentes e amigos se unem em um último gesto de generosidade não só para com o morto tambem entre os componentes do grupo, entretanto, quando se pega na alça percebe-se que o esforço varia muito durante o percurso, por vezes muito pesado, logo em seguida outra pessoa é substituida por uma mais alta e fica muito mais leve, mas se um mais alto inicia no lado oposto volta a pesar. A cadência dos passos obedece tambem ao elenco de carregadores, por vezes sincronizado e harmonioso, por vezes descompassado e irregular, chegando a comprometer o curso mas uma coisa é certa, cada substituição modifica tudo e, quando finalmente chega a sua vez de ser substituido vem o alívio do período de descanso.
Este processo, parece-me fazer uma analogia à nossa própria vida: ficamos inicialmente nos preparando para entrar em ação e quando nela estamos sujeitos à interferencia, hora positiva, hora negativa, independentemente da intenção dos demais atores que, mesmo bem intencionados, acabam por aumentar nossas dificuldades. Às vezes vemos os incompetentes, nem sempre na sua forma pejorativa, como foi o caso de pessoas de muita idade que insistiam em participar do rito e sem condições físicas apropriadas acabavam por sobrecarregar os demais. Felizmente eram sempre substituídos em curto prazo. Em determinado momento, quando voce já está cansado, chega o fim da sua participação e outros deverão prosseguir com a tarefa..
O Toninho teve em sua vida gente que o ajudou muito e outros que o atrapalharam muito. Chegou o fim da tarefa dele, quanto à nossa, ainda continua.
Ninguem sabe por quanto tempo.
quarta-feira, julho 16, 2003
Hoje, às 17:30h eu perdi um grande amigo. Nossa amizade já ia para a maioridade pois nos conhecemos há mais de dezesete anos, trabalhamos juntos em duas empresas e atualmente éramos ambos empresários com negócios distintos.
Seu nome sempre foi Toninho: grande pescador especializado em dourados e grande humildade sintetizavam sua pessoa.
Morreu vítima de complicações de uma cirurgia do estômago. Deixa sua valente espôsa Fatinha, filho e filha.
Não é fácil perder um grande amigo. Toninho deixará muita saudades mais tambem muitas boas lembranças para todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
Adeus Toninho,
Seu nome sempre foi Toninho: grande pescador especializado em dourados e grande humildade sintetizavam sua pessoa.
Morreu vítima de complicações de uma cirurgia do estômago. Deixa sua valente espôsa Fatinha, filho e filha.
Não é fácil perder um grande amigo. Toninho deixará muita saudades mais tambem muitas boas lembranças para todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
Adeus Toninho,
quinta-feira, abril 24, 2003
No domingo dia 13 de abril fomos para a roça, passamos antes pela casa do seu Ditinho e nos atrasamos um bocado, eles estavam preparando uma galinha d'angola e queriam a todo custo que almoçássemos lá, não foi possível, mas levamos um pouco para provar lá no sítio. Assim que cheguei comecei a preparar um trapiche no lago, separei madeiras velhas mas ainda resistentes e as limpei, finquei quatro estacas sob as águas e engastei as travessas para apoio das vigas principais. O serviço ficou bem adiantado e fácil para ser concluído. Na próxima oportunidade pretendo deixar as vigas montadas e iniciar o madeiramento da plataforma.
No dia 16 de abril fui a P. Alegre para comprar tijolos especiais para cantos arredondados, comprei 150 tijolos retos e 40 para cantos, trouxe todos no carro que veio super pesado. Este material deu com folga para fazer o conjunto Pia/Churrasqueira e ficou muito bom.
O pedreiro só começou a levantar a churrasqueira no dia 16 à tarde preparando a parte interna da fornalha e cinzeiro, no dia 16 ele terminou o reboco das colunas e só no final da tarde retomou o entijolamento da churrasqueira que prosseguiu por todo o dia seguinte e só terminou na manhã da terça dia 22. É claro que deve-se esclarecer que dia 18 foi sexta-feira Santa e na segunda Tiradentes, só prejuízo!
Pois bem, nesta semana que começou na terça, ele terminou o entijolamento e fez o piso daquela área, ficou muito bom mesmo!
Amanhã acho que ele começa a fazer o piso da garagem.
No feriado fomos para a chácara mas não pude aproveitar nada. Fomos na sexta à tarde pois de manhã estávamos no sítio, onde pousamos para dar uma arrumada na casa e aparar o gramado preparando para a chegada da minha mãe.
Chegamos na chácara à noite, depois de uma viagem de oito horas, a demora ficou por conta das paradas para almoço, colheita de laranja lima e sorvete em Analândia, que por sinal é uma cidade muito simpática de tres mil habitantes.
Assim que entrei na casa o telefone tocou, era minha Tia convidando para passar um dia com eles na casa da represa, aceitei para o domingo e combinamos de levar uma leitoa especial criada pelo seu Ditinho.
No sábado de manhã consertei a bomba d'água e logo depois saímos para comprar lambris de forro, tijolos refratários, parafusos, torneira e conexões e em seguida passamos pelo supermercado para as compras corriqueiras. Depois do almoço que só saiu lá pelas tres da tarde, eu comecei a sentir que a comida não tinha me caído bem, a indisposição perdurou até bem tarde da noite quando um fenomenal regorgito de tres atos finalmente aliviou meu sofrimento. A noite foi razoável depois da lambança mas ainda acordei meio indisposto, melhorando ao longo do dia, fomos ao encontro combinado e tivemos uma tarde agradável.
Na segunda marquei uma reunião com meu futuro sócio e sua noiva para acertarmos nossa participação na feira da cidade e isto me tomou o horário das nove da manhã até quase uma da tarde. Almoçamos, preparamos o carro e retornamos.
Moral da história, tudo se passou como se nada se passasse.
No dia 16 de abril fui a P. Alegre para comprar tijolos especiais para cantos arredondados, comprei 150 tijolos retos e 40 para cantos, trouxe todos no carro que veio super pesado. Este material deu com folga para fazer o conjunto Pia/Churrasqueira e ficou muito bom.
O pedreiro só começou a levantar a churrasqueira no dia 16 à tarde preparando a parte interna da fornalha e cinzeiro, no dia 16 ele terminou o reboco das colunas e só no final da tarde retomou o entijolamento da churrasqueira que prosseguiu por todo o dia seguinte e só terminou na manhã da terça dia 22. É claro que deve-se esclarecer que dia 18 foi sexta-feira Santa e na segunda Tiradentes, só prejuízo!
Pois bem, nesta semana que começou na terça, ele terminou o entijolamento e fez o piso daquela área, ficou muito bom mesmo!
Amanhã acho que ele começa a fazer o piso da garagem.
No feriado fomos para a chácara mas não pude aproveitar nada. Fomos na sexta à tarde pois de manhã estávamos no sítio, onde pousamos para dar uma arrumada na casa e aparar o gramado preparando para a chegada da minha mãe.
Chegamos na chácara à noite, depois de uma viagem de oito horas, a demora ficou por conta das paradas para almoço, colheita de laranja lima e sorvete em Analândia, que por sinal é uma cidade muito simpática de tres mil habitantes.
Assim que entrei na casa o telefone tocou, era minha Tia convidando para passar um dia com eles na casa da represa, aceitei para o domingo e combinamos de levar uma leitoa especial criada pelo seu Ditinho.
No sábado de manhã consertei a bomba d'água e logo depois saímos para comprar lambris de forro, tijolos refratários, parafusos, torneira e conexões e em seguida passamos pelo supermercado para as compras corriqueiras. Depois do almoço que só saiu lá pelas tres da tarde, eu comecei a sentir que a comida não tinha me caído bem, a indisposição perdurou até bem tarde da noite quando um fenomenal regorgito de tres atos finalmente aliviou meu sofrimento. A noite foi razoável depois da lambança mas ainda acordei meio indisposto, melhorando ao longo do dia, fomos ao encontro combinado e tivemos uma tarde agradável.
Na segunda marquei uma reunião com meu futuro sócio e sua noiva para acertarmos nossa participação na feira da cidade e isto me tomou o horário das nove da manhã até quase uma da tarde. Almoçamos, preparamos o carro e retornamos.
Moral da história, tudo se passou como se nada se passasse.
Putz, o pedreiro já está terminando o piso da churrasqueira hoje e eu nem avisei que ele iria começar.
É, estou devendo um monte de posts, e o pior é que aconteceu um monte de coisas.
Vou preparar um relatório daqueles enormes e postar, é o jeito.
No momento acabei de pegar a roda de caminhão com um furo para a chaminé da minha churrasqueira/fogão de lenha e hoje às sete da noite tenho fisioterapia no cotovelo.
É, estou devendo um monte de posts, e o pior é que aconteceu um monte de coisas.
Vou preparar um relatório daqueles enormes e postar, é o jeito.
No momento acabei de pegar a roda de caminhão com um furo para a chaminé da minha churrasqueira/fogão de lenha e hoje às sete da noite tenho fisioterapia no cotovelo.
sexta-feira, abril 11, 2003
Não gostei do teste do aquecedor, demorou uma hora e quarenta para sair de 20 até 40 graus Celcius.
O pedreiro rebocou quase toda a última parede que faltava, só não fez a parte de cima das janelas pois estava muito úmida.
Quarta-feira fui ao ortopedista e ele disse que meu caso é simples. Um pouco de fisioterapia, anti-inflamatório, interrupção de esforço em excesso por uns tempos e exercícios de alongamento podem resolver definitivamente o problema.
Amanhã vou a SP visitar uma feira da construção, estou levando o pedreiro junto, ele nunca foi a uma feira...
O pedreiro rebocou quase toda a última parede que faltava, só não fez a parte de cima das janelas pois estava muito úmida.
Quarta-feira fui ao ortopedista e ele disse que meu caso é simples. Um pouco de fisioterapia, anti-inflamatório, interrupção de esforço em excesso por uns tempos e exercícios de alongamento podem resolver definitivamente o problema.
Amanhã vou a SP visitar uma feira da construção, estou levando o pedreiro junto, ele nunca foi a uma feira...
quinta-feira, abril 10, 2003
Ontem preparei a caixa d'água para os testes do aquecedor mas não pude começar os testes pois ocorreram vazamentos.
O pedreiro rebocou a parede menor interna da garagem e sua respectiva viga, hoje está fixando tubulação e caixas elétricas e talvez comece a rebocar, vai depender muito do tempo que está muito negro e com chuva esparsa.
O seguro do Peugeot vence amanhã, estou cotando com outro corretor porque aquele fresco do Régis já encheu, o rabo de dinheiro e o meu saco também..
Sábado devo visitar a Feicon, feira da construção, convidei o pedreiro para ir junto e ele adorou o convite, disse que nunca foi a uma feira.
Ontem compramos um Cheese Tudo lá no trailer da praça da rua da pedra, o lanche deve fazer um mal danado, só tem gordura, sal, ovo e carboidratos. Mas é bão ...
Comprei uma máquina fotográfica Olympus Trip 35 (usada) por R$120,00 mais Sedex. Eu já tenho uma, mas o diafragma está enroscando, já mandei consertar uma vez e não deu certo. Daqui a pouco vou passar no correio prá ver se chegou.
O pedreiro rebocou a parede menor interna da garagem e sua respectiva viga, hoje está fixando tubulação e caixas elétricas e talvez comece a rebocar, vai depender muito do tempo que está muito negro e com chuva esparsa.
O seguro do Peugeot vence amanhã, estou cotando com outro corretor porque aquele fresco do Régis já encheu, o rabo de dinheiro e o meu saco também..
Sábado devo visitar a Feicon, feira da construção, convidei o pedreiro para ir junto e ele adorou o convite, disse que nunca foi a uma feira.
Ontem compramos um Cheese Tudo lá no trailer da praça da rua da pedra, o lanche deve fazer um mal danado, só tem gordura, sal, ovo e carboidratos. Mas é bão ...
Comprei uma máquina fotográfica Olympus Trip 35 (usada) por R$120,00 mais Sedex. Eu já tenho uma, mas o diafragma está enroscando, já mandei consertar uma vez e não deu certo. Daqui a pouco vou passar no correio prá ver se chegou.
terça-feira, abril 08, 2003
Gastamos oito horas para um percurso que dura normalmente menos de quatro, é que no sábado eu a minha mulher fomos parando pelo caminho para coletar mudas de Macaúba. Curiosamente, quando estava retirando uma muda na beira do asfalto, ia passando um senhor que disse que Macaúba é praga por lá mas seu eu quisesse poderia retirar uma muda de Côco Gabiroba, disse que é uma espécie rara em que o fruto é saboroso, a castanha tambem, alem de dar um excelente palmito que só não pode ser colhido na Minguante senão fica amargo, nas outras Luas é bom.
Aceitei a oferta e em troca lhe ofereci uma muda de Abil, ele ficou muito satisfeito. Segundo sua previsão, em um ano é possível que esteja produzindo.
Levamos uma Luz Estrobo e um Raspador de Gelo (para Raspadinha) de presente para o pessoal da ONG mas só encontramos o pessoal no domingo à noite. É que eles tinha ido para uma apresentação e nem deu prá conversar direito pois estavam com pressa para uma reunião entre eles.
Lá na Chácara eu capinei uma área acima do quintal até chegar a um pé de laranja cravo. Removi uma laranjeira morta e plantei o tal Côco Gabiroba. Plantei um monte de Laquiô, uma espécie de cebolinha japonesa para conserva, plantei a muda de Pau-Ferro e todas as mudas de Macaúba que coletei no sábado.
No sábado à noite eu a minha esposa fomos caminhar um pouco e fomos até a Catedral observando modelos de portões e muros de casas, foi muito bom pois pudemos aproveitar um pouco o convívio a sós já que ninguem mais viajou conosco.
Para o domingo à noite combinamos de ir até uma lanchonete que se chama "Quase Dois", o nome decorre do tamanho do lanche, mas minha prima ligou e ficamos conversando até quase dez horas, inviabilizando nosso programa. Ela ligou pois está desesperada com a Tia, pediu conselhos sobre o que fazer e, depois de muita conversa parece que ela adorou uma idéia de entregar a Tia para a outra prima, aquela que é biscate, combinando que ela contrate um motorista para transportar a Tia em segurança. Vale lembrar que ela levou a Tia para sua casa só por temer que a Tia pudesse se acidentar no percurso de estrada da casa da outra prima até o seu salão de beleza. Até agora não tenho mais notícias.
As invenções estão tão absurdas que agora soltaram um boato que eu e minha mãe somos espíritas e que estamos fazendo um "trabalho" contra o filho dessa minha prima amiga e que é preciso levar o garoto para uma consulta com uma mãe de santo pra identificar o que nós fizemos. Acho que tem gente doidinha na família, mas doidinha mesmo!
O fato é que tudo isso prá mim é uma grande piada e eu até curto, mas a coitada da minha prima não! Ela tá sofrendo muito, e acho que a encrenca tá só no começo.
Na segunda, voltamos por Campinas para aproveitar uma promoção e comprar pisos em dez parcelas sem juros, tambem fomos a uma fábrica de peças plásticas e compramos umas válvulas que estou precisando para o projeto novo. Valeu muito a pena.
Ah, aproveitamos tambem para comprar ovos de Páscoa para os empregados.
Aceitei a oferta e em troca lhe ofereci uma muda de Abil, ele ficou muito satisfeito. Segundo sua previsão, em um ano é possível que esteja produzindo.
Levamos uma Luz Estrobo e um Raspador de Gelo (para Raspadinha) de presente para o pessoal da ONG mas só encontramos o pessoal no domingo à noite. É que eles tinha ido para uma apresentação e nem deu prá conversar direito pois estavam com pressa para uma reunião entre eles.
Lá na Chácara eu capinei uma área acima do quintal até chegar a um pé de laranja cravo. Removi uma laranjeira morta e plantei o tal Côco Gabiroba. Plantei um monte de Laquiô, uma espécie de cebolinha japonesa para conserva, plantei a muda de Pau-Ferro e todas as mudas de Macaúba que coletei no sábado.
No sábado à noite eu a minha esposa fomos caminhar um pouco e fomos até a Catedral observando modelos de portões e muros de casas, foi muito bom pois pudemos aproveitar um pouco o convívio a sós já que ninguem mais viajou conosco.
Para o domingo à noite combinamos de ir até uma lanchonete que se chama "Quase Dois", o nome decorre do tamanho do lanche, mas minha prima ligou e ficamos conversando até quase dez horas, inviabilizando nosso programa. Ela ligou pois está desesperada com a Tia, pediu conselhos sobre o que fazer e, depois de muita conversa parece que ela adorou uma idéia de entregar a Tia para a outra prima, aquela que é biscate, combinando que ela contrate um motorista para transportar a Tia em segurança. Vale lembrar que ela levou a Tia para sua casa só por temer que a Tia pudesse se acidentar no percurso de estrada da casa da outra prima até o seu salão de beleza. Até agora não tenho mais notícias.
As invenções estão tão absurdas que agora soltaram um boato que eu e minha mãe somos espíritas e que estamos fazendo um "trabalho" contra o filho dessa minha prima amiga e que é preciso levar o garoto para uma consulta com uma mãe de santo pra identificar o que nós fizemos. Acho que tem gente doidinha na família, mas doidinha mesmo!
O fato é que tudo isso prá mim é uma grande piada e eu até curto, mas a coitada da minha prima não! Ela tá sofrendo muito, e acho que a encrenca tá só no começo.
Na segunda, voltamos por Campinas para aproveitar uma promoção e comprar pisos em dez parcelas sem juros, tambem fomos a uma fábrica de peças plásticas e compramos umas válvulas que estou precisando para o projeto novo. Valeu muito a pena.
Ah, aproveitamos tambem para comprar ovos de Páscoa para os empregados.
sexta-feira, abril 04, 2003
Logo cedo o tempo começou a ficar nublado e ameaçando chuva, o pedreiro começou a rebocar a viga do portão mas deu um trabalho danado pois o concreto da viga impede a secagem do reboco, atrasando o desempeno. O serviço só terminou lá pelas duas da tarde, como eles ficaram dois dias até mais tarde durante a semana, resolvi dispensá-los mais cedo e veio a calhar pois logo em seguida começou uma chuvinha fina mas muito impertinente que iria transformar nossa casa em uma verdadeira poçilga.
Há pouco liguei pro seu Ary e ele disse que nosso material já está em produção desde a semana passada e que na próxima semana deve ir para a montagem.
Fui pagar as contas da madeireira e consegui um acordo para exposição do nosso produto lá.
Hoje preparei uma enxada para levar prá chácara, no capricho!
Ontem arrumei a balança, ela ficou ótima pois levei até a farmácia do Hildeu para uma acareação e ela se comportou muito bem.
Há pouco liguei pro seu Ary e ele disse que nosso material já está em produção desde a semana passada e que na próxima semana deve ir para a montagem.
Fui pagar as contas da madeireira e consegui um acordo para exposição do nosso produto lá.
Hoje preparei uma enxada para levar prá chácara, no capricho!
Ontem arrumei a balança, ela ficou ótima pois levei até a farmácia do Hildeu para uma acareação e ela se comportou muito bem.