Recebi um email da Stela dizendo que o exame da D. Terezinha foi adiado novamente, que agonia! Estava tudo parecendo ir tão bem, disseram que o exame da quinta foi tranferido para a sexta e que ligariam para confirmar o horário evitando esperas demoradas no local mas agora vem novo adiamento e fica a impressão de que a história vai se arrastar bastante.
Diante da situação e tentando amenizar a solidão do seu Ditinho, fomos visitá-lo ontem, bem no finalzinho da tarde, e, entre uma história e outra, ele acabou por contar uma inacreditável:
Seu Ditinho disse que sempre fora muito ciumento da esposa e que certa vez, bem no início da vida conjugal, sua esposa estava com dores na região pélvica e teria que ser examinada pelo médico para ser tratada mas, inconformado com tal possibilidade, ele resolveu fazer o inesperado: foi sózinho ao médico e argumentou que tinha absoluta consciência das dores que a esposa sentia e que bastava o médico apalpar-lhe que ele reagiria tal e qual, permitindo perfeito diagnóstico mesmo sem a presença da mulher. E tanto insistiu que o médico, talvez para livrar-se do problema, aceitou a proposta e procedeu ao exame da esposa no corpo do marido, concluiu o diagnóstico e até emitiu receita do tratamento.
Na época o casal morava na casa do pai da D. Terezinha e este, ao ver o genro chegar com os remédios e explicando o fizera com o médico, deu a maior bronca. Pudera!
Como pode-se notar a visita foi boa, melhor ainda porque ganhamos um frango caipira limpinho, que já está reservado para ser servido quando nossa filha vier no carnaval.
A volta foi meio complicada pois a estrada estava muito lamacenta e escorregadia demais, mesmo com a caminhonete "traçada", mas chegamos bem.
Outra notícia é que minha mãe ligou e disse que pretende fazer uma visita à D. Terezinha no domingo e propôs-se a pegar os exames dela e levar para o Dr. Roque avaliar a situação, se for possível.
sábado, janeiro 19, 2008
Sonho Estranho
Lá na esquina da avenida de coca-cola, numa loja onde antes fora a casa onde a gente morava de aluguel, eu estava trabalhando quando entrou, ou melhor, ficou parado sob o vão da porta de aço, um rapaz que muito lembrava um tal de "Baianinho" que certa vez colheu mudas de bananeira num restaurante lá em Três Corações. Ao aproximar-me ele logo começou a proferir palavras que pareciam do Inglês e acabei por entender que ele estava à procura de um emprego e referia-se a Hong Kong. Após recompor-me da estranheza da abordagem, dei conta da oportunidade de melhor entender sobre o rapaz para, quem sabe, contratá-lo para a linha de produção da fábrica.
Fiz algumas perguntas e ao invés de responder ele preferiu conduzir-me até o outro lado da avenida onde agora era um restaurante e lá fomos recebidos por uma senhora que ofereceu cadeira para sentarmos em torno de uma das mesas, mas mal começamos a conversar e sentí-me adormecendo e em seguida como se despertando de um breve sono. Após esta estranha sensação tentei dar continuidade à nossa conversa mas as coisas estavam mudadas, a mulher estava diante de mim mas não era exatamente a mesma pessoa. Serenamente ela informou-me que estávamos em 2012 e que não sabiam explicar o fenômeno. Comecei a chorar ao contabilizar estes 6 anos perdidos da minha vida que haviam se passado no meu lapso de consciência. Perplexo, fui logo para casa onde encontrei minha mulher. Depois de algumas explicações sem nexo sobre o que me acontecera ela conduziu-me ao carro, um Honda, para um passeio pelas imediações, um passeio muito breve, na verdade breve demais, quase como se tivesse apenas manobrado o carro para recolocá-lo na garagem e ao fazê-lo ela esbarrou em outro carro mas não parou ao sentir o toque, continuou forçando a entrada deixando os dois arranhados, eu gritava advertindo-a mas ela ignorava meus gritos. Parou o carro, desembarcou e, como se não estivesse me escutando andou por tras dos quatro veículos estacionados e começou a enfiar-se por debaixo do último da direita assim como se fosse dar manutenção na suspensão e, deitada de costas, pude observar seu abdomem descoberto e notei duas coisas, uma que ela estava muito magra, sem exageros, como era quando na puberdade e outra é que estava algumas manchas parecidas com pequenos salpicos de queimaduras que delineavam uma diagonal a partir do seu flanco direito superior. O chão não tinha piso e naquele local era de terra nua, úmida e até com um pouco de lama onde ela deitara e arrastara-se, toquei sua barriga estranhando seu aspecto mas ela, sem reação correspondente, simplesmente levantou-se e andou para o outro lado da rua desaparecendo da minha visão.
Resolvi caminhar pela casa tentando reconhecer o local mas estava tudo mudado, os carros estacionavam de forma diferente e um deles estava encravado entre paredes cujo acesso ficava em posição que tornava impossível a manobra. Quando olhei melhor para aquele carro vi que era uma réplica de madeira e que tratava-se de uma miniatura grande.
Daí em diante nada mais sei, o sonho mudou ou eu despertei, não sei ao certo. Mas de qualquer forma tentei resgatar o que lembrava dele e aqui está.
Sorry
Fiz algumas perguntas e ao invés de responder ele preferiu conduzir-me até o outro lado da avenida onde agora era um restaurante e lá fomos recebidos por uma senhora que ofereceu cadeira para sentarmos em torno de uma das mesas, mas mal começamos a conversar e sentí-me adormecendo e em seguida como se despertando de um breve sono. Após esta estranha sensação tentei dar continuidade à nossa conversa mas as coisas estavam mudadas, a mulher estava diante de mim mas não era exatamente a mesma pessoa. Serenamente ela informou-me que estávamos em 2012 e que não sabiam explicar o fenômeno. Comecei a chorar ao contabilizar estes 6 anos perdidos da minha vida que haviam se passado no meu lapso de consciência. Perplexo, fui logo para casa onde encontrei minha mulher. Depois de algumas explicações sem nexo sobre o que me acontecera ela conduziu-me ao carro, um Honda, para um passeio pelas imediações, um passeio muito breve, na verdade breve demais, quase como se tivesse apenas manobrado o carro para recolocá-lo na garagem e ao fazê-lo ela esbarrou em outro carro mas não parou ao sentir o toque, continuou forçando a entrada deixando os dois arranhados, eu gritava advertindo-a mas ela ignorava meus gritos. Parou o carro, desembarcou e, como se não estivesse me escutando andou por tras dos quatro veículos estacionados e começou a enfiar-se por debaixo do último da direita assim como se fosse dar manutenção na suspensão e, deitada de costas, pude observar seu abdomem descoberto e notei duas coisas, uma que ela estava muito magra, sem exageros, como era quando na puberdade e outra é que estava algumas manchas parecidas com pequenos salpicos de queimaduras que delineavam uma diagonal a partir do seu flanco direito superior. O chão não tinha piso e naquele local era de terra nua, úmida e até com um pouco de lama onde ela deitara e arrastara-se, toquei sua barriga estranhando seu aspecto mas ela, sem reação correspondente, simplesmente levantou-se e andou para o outro lado da rua desaparecendo da minha visão.
Resolvi caminhar pela casa tentando reconhecer o local mas estava tudo mudado, os carros estacionavam de forma diferente e um deles estava encravado entre paredes cujo acesso ficava em posição que tornava impossível a manobra. Quando olhei melhor para aquele carro vi que era uma réplica de madeira e que tratava-se de uma miniatura grande.
Daí em diante nada mais sei, o sonho mudou ou eu despertei, não sei ao certo. Mas de qualquer forma tentei resgatar o que lembrava dele e aqui está.
Sorry
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Yoshiko
"Boa tarde a todos.
E com pesar que comunico o falecimento da obatyian (101 anos), dia 14.01.08 às 08:30 hs e dia 15.01.08, foi sepultada no cemiterio municipal de bastos, às 10:30 hs.
Detalhes favor contactar a Tia Tereza: Tel. (14) 11111111.
obrigado, e
oremos
a Obatyian."
Essa mensagem marca o fim do que me pareceu uma bela vida. Eu a encontrei apenas duas vezes e acabei por lamentar não tê-la conhecido muito antes.
Yoshiko, já muito debilitada pela idade, era tratada por todos com um carinho que só quem muito ama pode dar. Daquelas pessoas incríveis que conseguem irradiar simpatia mesmo na completa ausencia de palavras e de movimentos, realmente uma pessoa especial.
Saudades.
E com pesar que comunico o falecimento da obatyian (101 anos), dia 14.01.08 às 08:30 hs e dia 15.01.08, foi sepultada no cemiterio municipal de bastos, às 10:30 hs.
Detalhes favor contactar a Tia Tereza: Tel. (14) 11111111.
obrigado, e
oremos
a Obatyian."
Essa mensagem marca o fim do que me pareceu uma bela vida. Eu a encontrei apenas duas vezes e acabei por lamentar não tê-la conhecido muito antes.
Yoshiko, já muito debilitada pela idade, era tratada por todos com um carinho que só quem muito ama pode dar. Daquelas pessoas incríveis que conseguem irradiar simpatia mesmo na completa ausencia de palavras e de movimentos, realmente uma pessoa especial.
Saudades.
terça-feira, janeiro 15, 2008
Dia útil na roça
Acabei passando boa parte do dia na roça, passei pela empresa cedo e fiz a tarefas inadiáveis e depois segui para o sítio. Lá fiz o download de todas as imagens de segurança armazenadas e acumuladas devido às abelhas que não nos deixaram ir na semana passada, entre um download e outro fui fazendo outras coisas por lá e consegui organizar os tubos e madeiras que descarreguei de qualquer jeito há tempos, plantei mudas de grama no barranco do terreiro, arranquei mato no pavimento de bloquetes e ajustei a posição da câmera que estava muito para cima.
Terminada essa coisa toda segui para o Seu Ditinho onde entreguei o cimento, um pote de conserva de pimentão e umas roupas de presente, então aproveitamos para bater um papo e gastar um tempinho com ele.
Quando retornei para almoçar já passava das tres da tarde, mas valeu a pena.
Amanhã quero dar um pulinho para colher umas imagens dos carneirinhos que nasceram e tentar enviar por email para a D. Terezinha.
Terminada essa coisa toda segui para o Seu Ditinho onde entreguei o cimento, um pote de conserva de pimentão e umas roupas de presente, então aproveitamos para bater um papo e gastar um tempinho com ele.
Quando retornei para almoçar já passava das tres da tarde, mas valeu a pena.
Amanhã quero dar um pulinho para colher umas imagens dos carneirinhos que nasceram e tentar enviar por email para a D. Terezinha.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
De cara nova
Agora estou com blog de cara nova, sei que ninguem lê meu blog mas achei que ficou bonitinho.
Ôba ! Cá estou de novo.
Caramba!
Faz tempão que não postava e hoje resolvi tentar entrar e consegui. Há tempos eu tentei mas a mardita senha não lembrava, agora deu.
Como de costume vai ser necessária uma retrospectiva mas antes um pouco de notícias recentes:
Ontem estive na casa do Ditinho para mais uma das visitas diárias que estou fazendo ao meu agora solitário amigo desde que a D. Terezinha foi pra Sampa tratar-se, ela está sofrendo um bocado com um problema no mediastino, aquela região onde fica traquéia, cava superior e um monte de tubos sanguíneos, digestivos e pulmonares. Parece tratar-se de um tumor de benevolência ainda desconhecida cuja dimensão está ocupando espaços antes do coração e esôfago, comprometendo sua respiração e alimentação além de debilitar-lhe bastante tirando sua disposição e causando perda de peso (4 quilos em 2 meses).
Voltando à visita, eu o encontrei na tardezinha de domingo com humor acima da média dos últimos dias e muito bem disposto e falante. Levei 6 pãezinhos frescos e tres imagens do Google Earth onde aparece o seu sítio, ele gostou dos presentes. Logo que cheguei soube que o Paulo Sérgio, apicultor, esteve lá no meu sítio para remover as abelhas que enrancharam na caixa acústica da garagem, disse tratar-se de abelhas grandes que não são das melhores produtoras de mel mas que servem tambem.
Durante a visita o telefone tocou tres vezes, uma ligação da Stela, outra da Paula e a última do Tadeu, a da Paula foi para destruir todo o trabalho que estamos fazendo para acalmá-lo pois ela ligou para dizer que ele tinha que ir para SP pois a D. Terezinha estava sofrendo muito e falou um monte. Cada coisa que a gente vê que nem acredita.
Saí de lá quase pelas nove com a certeza de tê-lo deixado em boas condições para enfrentar mais uma noite de solidão. Combinei de retornar hoje com a desculpa de estar obrigado a baixar as imagens da minha câmera de vigilância.
Minha neta está passando férias com a mãe e hoje ela ligou cedinho e conversamos uma boa conversa onde soube que ela está feliz e que tem passeado e se divertido em Mariana. Ontem esteve na estação da Maria Fumaça da Vale e gostou do passeio, à noite foi dormir tarde por conta de videogame, coisa que tenho evitado para ela pois prefiro que ela exercite outras brincadeiras. Quando ligou ela estava na universidade e disse que o almoço será no "bandeco" que é o bandejão de lá. Parece que retornarão no finalzinho do mês, na quinta dia 31.
Sábado comprei um triturador de resíduos para picar os ramos de poda, se funcionar direito vai ser ótimo para fazer compostagem em vez de fogo, pretendo usar em vários lugares, na roça, na empresa e na chácara, o bichinho vai viajar um bocado e quem sabe posso até emprestar para o meu pai usar lá na casa da praia.
Agora vou encerrando este post e vou dar uma olhada para saber quando foi o último para preparar uma retrospectiva com muita coisa para contar.
Faz tempão que não postava e hoje resolvi tentar entrar e consegui. Há tempos eu tentei mas a mardita senha não lembrava, agora deu.
Como de costume vai ser necessária uma retrospectiva mas antes um pouco de notícias recentes:
Ontem estive na casa do Ditinho para mais uma das visitas diárias que estou fazendo ao meu agora solitário amigo desde que a D. Terezinha foi pra Sampa tratar-se, ela está sofrendo um bocado com um problema no mediastino, aquela região onde fica traquéia, cava superior e um monte de tubos sanguíneos, digestivos e pulmonares. Parece tratar-se de um tumor de benevolência ainda desconhecida cuja dimensão está ocupando espaços antes do coração e esôfago, comprometendo sua respiração e alimentação além de debilitar-lhe bastante tirando sua disposição e causando perda de peso (4 quilos em 2 meses).
Voltando à visita, eu o encontrei na tardezinha de domingo com humor acima da média dos últimos dias e muito bem disposto e falante. Levei 6 pãezinhos frescos e tres imagens do Google Earth onde aparece o seu sítio, ele gostou dos presentes. Logo que cheguei soube que o Paulo Sérgio, apicultor, esteve lá no meu sítio para remover as abelhas que enrancharam na caixa acústica da garagem, disse tratar-se de abelhas grandes que não são das melhores produtoras de mel mas que servem tambem.
Durante a visita o telefone tocou tres vezes, uma ligação da Stela, outra da Paula e a última do Tadeu, a da Paula foi para destruir todo o trabalho que estamos fazendo para acalmá-lo pois ela ligou para dizer que ele tinha que ir para SP pois a D. Terezinha estava sofrendo muito e falou um monte. Cada coisa que a gente vê que nem acredita.
Saí de lá quase pelas nove com a certeza de tê-lo deixado em boas condições para enfrentar mais uma noite de solidão. Combinei de retornar hoje com a desculpa de estar obrigado a baixar as imagens da minha câmera de vigilância.
Minha neta está passando férias com a mãe e hoje ela ligou cedinho e conversamos uma boa conversa onde soube que ela está feliz e que tem passeado e se divertido em Mariana. Ontem esteve na estação da Maria Fumaça da Vale e gostou do passeio, à noite foi dormir tarde por conta de videogame, coisa que tenho evitado para ela pois prefiro que ela exercite outras brincadeiras. Quando ligou ela estava na universidade e disse que o almoço será no "bandeco" que é o bandejão de lá. Parece que retornarão no finalzinho do mês, na quinta dia 31.
Sábado comprei um triturador de resíduos para picar os ramos de poda, se funcionar direito vai ser ótimo para fazer compostagem em vez de fogo, pretendo usar em vários lugares, na roça, na empresa e na chácara, o bichinho vai viajar um bocado e quem sabe posso até emprestar para o meu pai usar lá na casa da praia.
Agora vou encerrando este post e vou dar uma olhada para saber quando foi o último para preparar uma retrospectiva com muita coisa para contar.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Hospital SP
Ontem levei a D. Terezinha, seu marido e a filha para o Hospital São Paulo, ao ambulatório de pneumologia, para uma avaliação com a Dra. Érica.
Estava marcado para o meio-dia e chegamos com tempo suficiente para um breve passeio pelo parque do Ibirapuera e um almoço nas imediações.
No Ibirapuera tentei mostrar as tilápias enormes e amontoadas sob a ponte do lago mas só chegamos eu e o Ditinho, a D. Terezinha não conseguiu caminhar mais de cem metros e acabou ficando sentada com a filha aguardando nosso retorno.
O atendimento no ambulatório foi bem organizado e o único contratempo foi uma série de atrapalhadas para a chegada dos exames dela que estavam com outro médico em outro hospital, primeiro o motoboy hesitou achando o procedimento para pegar os exames muito difíceis e resolveu ir até a sede da empresa para obter por escrito como deveria proceder, depois nos deixou sem informações pois seu celular estava inoperante e por último ficou preso no estacionamento do hospital sem dinheiro para paga-lo. Mas acabou chegando, depois de um milhão de ligações e dedos cruzados e deu tempo da médica avaliar os resultados.
Ficou acertado um exame nos próximos dias e deixei então a D. Terezinha com a filha no apartamento de sua neta Paula e trouxe o Seu Ditinho de volta para casa. Antes de entrarmos na estrada passei pelo Habib's da V. Prudente e fizemos um bom lanche, ele adorou !
O retorno foi sem problemas e ele dormiu boa parte do trajeto, chegamos na cidade por volta das nove da noite onde o meu filho seguiu com a caminhonete e eu o levei no carro dele para sua casa retornando com a caminhonete. No caminho paramos para ligar para sua filha avisando que estava tudo bem.
Hoje fui cedo à reunião da associação que só terminou depois das treze, liguei pro Ditinho e está tudo bem, mais à tarde vou fazer uma visitinha para preencher aquele horário do crepúsculo que deprime muito as pessoas.
Estava marcado para o meio-dia e chegamos com tempo suficiente para um breve passeio pelo parque do Ibirapuera e um almoço nas imediações.
No Ibirapuera tentei mostrar as tilápias enormes e amontoadas sob a ponte do lago mas só chegamos eu e o Ditinho, a D. Terezinha não conseguiu caminhar mais de cem metros e acabou ficando sentada com a filha aguardando nosso retorno.
O atendimento no ambulatório foi bem organizado e o único contratempo foi uma série de atrapalhadas para a chegada dos exames dela que estavam com outro médico em outro hospital, primeiro o motoboy hesitou achando o procedimento para pegar os exames muito difíceis e resolveu ir até a sede da empresa para obter por escrito como deveria proceder, depois nos deixou sem informações pois seu celular estava inoperante e por último ficou preso no estacionamento do hospital sem dinheiro para paga-lo. Mas acabou chegando, depois de um milhão de ligações e dedos cruzados e deu tempo da médica avaliar os resultados.
Ficou acertado um exame nos próximos dias e deixei então a D. Terezinha com a filha no apartamento de sua neta Paula e trouxe o Seu Ditinho de volta para casa. Antes de entrarmos na estrada passei pelo Habib's da V. Prudente e fizemos um bom lanche, ele adorou !
O retorno foi sem problemas e ele dormiu boa parte do trajeto, chegamos na cidade por volta das nove da noite onde o meu filho seguiu com a caminhonete e eu o levei no carro dele para sua casa retornando com a caminhonete. No caminho paramos para ligar para sua filha avisando que estava tudo bem.
Hoje fui cedo à reunião da associação que só terminou depois das treze, liguei pro Ditinho e está tudo bem, mais à tarde vou fazer uma visitinha para preencher aquele horário do crepúsculo que deprime muito as pessoas.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
De volta prá casa
Saímos do Ibis depois das onze, ficamos curtindo uma molezinha boa, assistindo TV e namorando um pouquinho, depois almoçamos no Habib's e levamos um tanto de esfihas e pizza para o Domeio que ficou só e nos aguardava, passamos pela Chácara carregamos a caminhonete inclusive com um belo cacho de nanicas e a minha máquina de solda e depois tomamos rumo para casa passando pelo Lefer e pela Tia Dija que estava na praia deixando a gente de cara pro portão.
A viagem de volta foi perfeita e chegamos muito bem em casa, tudo correu bem mesmo.
A viagem de volta foi perfeita e chegamos muito bem em casa, tudo correu bem mesmo.
terça-feira, janeiro 01, 2008
Feliz 2008
Estamos felizes!
Fomos para Sanca na segunda dia 31 e já levamos de casa os ingredientes, com carne e tudo, para preparar o churrasco grego queridinho de todos, lá em Sanca ainda passamos no Cogeb para uns itens a mais e à noite seguimos para o reveillon do Airton que foi uma delícia como sempre.
Prevenidos, trocamos um dinheirinho em moedas de um real para distribuir de "bom princípio" para a mulecada, foi uma alegria ver tanta alegria.
Hoje voltamos para o costumeiro almoço da sobra da ceia e a coisa estava tão boa que saimos só depois da nove da noite e para dormir geladinho e com mais conforto resolvemos passar esta primeira noite no Ibis que é baratinho e limpinho.
Fomos para Sanca na segunda dia 31 e já levamos de casa os ingredientes, com carne e tudo, para preparar o churrasco grego queridinho de todos, lá em Sanca ainda passamos no Cogeb para uns itens a mais e à noite seguimos para o reveillon do Airton que foi uma delícia como sempre.
Prevenidos, trocamos um dinheirinho em moedas de um real para distribuir de "bom princípio" para a mulecada, foi uma alegria ver tanta alegria.
Hoje voltamos para o costumeiro almoço da sobra da ceia e a coisa estava tão boa que saimos só depois da nove da noite e para dormir geladinho e com mais conforto resolvemos passar esta primeira noite no Ibis que é baratinho e limpinho.
sexta-feira, dezembro 28, 2007
Pobres Paulistanos
Nossa filha resolveu passar uns dias na casa de uma amiga na Praia Grande e para aproveitar eu as levei, ela e a filha, aproveitando para marcar uma breve visita a dois amigos que há tempos não visitamos, o Rubens e a Madalena, sua esposa.
Dia 27, dois dias depois do Natal, uma quinta-feira, acho que não tem motivo para estrada cheia, ou melhor, não deveria ter não fosse a coincidência de pensamento com os outro 200 mil que resolveram descer naquela quinta e especialmente daquele maldito motorista da carreta que resolveu, ainda por cima, tombá-la na Anchieta poucas horas antes de passarmos pela Imigrantes.
De qualquer forma não foi tão horrível gastar quase cinco horas para descer a serra porque nesta época pode-se esperar de tudo e a carreta não estava no programa. Em compensação, lá em Praia Grande tudo correu muito bem, encontramos nossos amigos e fomos almoçar juntos onde rememoramos bons momentos e colocamos a fofoca em dia.
Feita a visita, entregue a encomenda (filha e neta), seguimos de volta, desta vez por outro caminho buscando sair por S. José dos Campos e começamos muito bem pegando a balsa para Guarujá com pequena fila da qual nos desvencilhamos rápido e de lá seguimos com pouco movimento até quase chegar a Bertioga mas essa calmaria terminou por ali.
Sem esticar conversa e sem mais suspense, gastamos quase quatro horas para um trecho de uns quinze quilômetros, uma média de 3 a 4 km/h que nos colocou no início da estrada Mogi-Bertioga só às onze da noite tendo saído de Santos antes das seis !
Pobres Paulistanos, muitos carros lotados, gente fritando, suando e fedendo, que sofrimento! Nós estávamos lá por acidente, pela primeira vez e, quem sabe, pela última, mas aquele povo, como sabemos, é reincidente e aceitam esse tipo de vida, que vida?
A subida da serra estava tranquila, pousamos em um confortável hotel em S. José, no dia seguinte passeamos pela cidade e fizemos umas comprinhas sem pressa e seguimos tranquilos para casa tentando nos refazer do enorme sufoco.
Pobres Paulistanos..
Dia 27, dois dias depois do Natal, uma quinta-feira, acho que não tem motivo para estrada cheia, ou melhor, não deveria ter não fosse a coincidência de pensamento com os outro 200 mil que resolveram descer naquela quinta e especialmente daquele maldito motorista da carreta que resolveu, ainda por cima, tombá-la na Anchieta poucas horas antes de passarmos pela Imigrantes.
De qualquer forma não foi tão horrível gastar quase cinco horas para descer a serra porque nesta época pode-se esperar de tudo e a carreta não estava no programa. Em compensação, lá em Praia Grande tudo correu muito bem, encontramos nossos amigos e fomos almoçar juntos onde rememoramos bons momentos e colocamos a fofoca em dia.
Feita a visita, entregue a encomenda (filha e neta), seguimos de volta, desta vez por outro caminho buscando sair por S. José dos Campos e começamos muito bem pegando a balsa para Guarujá com pequena fila da qual nos desvencilhamos rápido e de lá seguimos com pouco movimento até quase chegar a Bertioga mas essa calmaria terminou por ali.
Sem esticar conversa e sem mais suspense, gastamos quase quatro horas para um trecho de uns quinze quilômetros, uma média de 3 a 4 km/h que nos colocou no início da estrada Mogi-Bertioga só às onze da noite tendo saído de Santos antes das seis !
Pobres Paulistanos, muitos carros lotados, gente fritando, suando e fedendo, que sofrimento! Nós estávamos lá por acidente, pela primeira vez e, quem sabe, pela última, mas aquele povo, como sabemos, é reincidente e aceitam esse tipo de vida, que vida?
A subida da serra estava tranquila, pousamos em um confortável hotel em S. José, no dia seguinte passeamos pela cidade e fizemos umas comprinhas sem pressa e seguimos tranquilos para casa tentando nos refazer do enorme sufoco.
Pobres Paulistanos..
sábado, agosto 18, 2007
Todos Podemos Voar
Estávamos em Sampa com nossa neta e resolvemos assistir a uma apresentação de teatro infantil.
Seria um exagero afirmar que foi ruim, mas nossa experiência não foi das melhores. Nossa opção econômica na compra dos ingressos arremeteu-nos a um local ermo daquela vastidão do Credicard Hall onde grandes fileiras de poltronas, todas voltadas para uma mesma região, levou-nos a supor tratar-se do local para onde deveríamos olhar. Apagadas as luzes restava, naquela direção uma longíqua luminosidade, provavelmente um palco. Realmente providencial tal arranjo, isso nos poupou da incômoda senssação de vagarmos nossos olhares durante o espetáculo.
Impossível ignorar a generosidade da empresa organizadora que dedicou-se a orientar alguns alto-falantes, de forma a permitir que ouvíssemos toda a narrativa, incluindo as músicas. Uma experiência radiofônica ímpar!
Ao reascender da luzes, acompanhado do clapear de palmas vindo da platéia inferior (inferior ?), suspeitamos que havia terminado a apresentação e saímos felizes por poder colaborar com pobre patrocinador, a Telefonica, no custeio de tão grandioso empreendimento.
domingo, agosto 20, 2006
Memorável Jantar com Amigos
Que delícia!
Ontem minha mãe preparou um delicioso jantar que compartilhamos com dois amigos dos tempos do ginásio, conversamos um bocado, abraçamo-nos e foi muito emocionante.
Acho que vamos retomar este convívio pois eles planejam viajar até aqui para passarem uns dias conosco.
Espero que realmente aconteça.
Ontem minha mãe preparou um delicioso jantar que compartilhamos com dois amigos dos tempos do ginásio, conversamos um bocado, abraçamo-nos e foi muito emocionante.
Acho que vamos retomar este convívio pois eles planejam viajar até aqui para passarem uns dias conosco.
Espero que realmente aconteça.
sábado, março 11, 2006
Aquele portão está no lugar
Pois é, aquele portão que mandei fazer no final do ano ficou pronto logo mas a instalação está meio demorada. O pedreiro vem só nos finais de semana e o trabalho não rende muito.
Funcionando o portão já está há um bocado de tempo, o Zé o usa todos os dias para guardar a moto, o que estamos fazendo agora é o acabamento dos pilares, a paredinha do canal em torno do trilho e um patamar de concreto. Na semana passada foi chapiscada a região que seria rebocada e foi colocada pedra miracema nos trilhos do carro na rampa de concreto. Está ficando bom.
Eu estou aproveitando para arrumar minha papelada. Recibos, notinhas de combustível, extratos, contas de consumo e um monte de porcarias que a gente tem que manter. E por falar e porcaria estou indignado com as dificuldades para transferir o carro que vendi e estava no nome da firma. Há uma norma que obriga a apresentação de CNDs (Certidão Negativa de Débito) do INSS e Receita Federal para a transferência de bens acima de R$24.000,00, até aí tudo bem, mas acontece que eu não consegui nenhuma das duas CNDs por motivos absurdos, veja só: a do INSS estava amarrada por uma discrepância entre valores de guia e declaração decorrentes de uma causa de R$15 mil que ganhamos contra a Previdência e a da Receita não saiu por causa de um negócio enigmático que é uma declaração retificadora que, acredita-se, a própria Receita gerou sobre duas guias pagas em fevereiro e março de 1993, o valor original contestado é de cerca de R$40,00 mas ninguem conseguiu explicar a origem desta irregularidade pois o sistema não consegue encontrar nenhum detalhamento, moral da estória, com juros e multas paguei R$210,00 para encerrar o assunto e desemperrar a CND. O mais curioso é que já obtivemos diversas outras CNDs posteriores a 93 e nunca apareceu tal pendência, mais ainda, o valor não pode mais ser cobrado pois ultrapassou o limite de 5 anos, mas se não paga não transfere o carro. Pode?
Funcionando o portão já está há um bocado de tempo, o Zé o usa todos os dias para guardar a moto, o que estamos fazendo agora é o acabamento dos pilares, a paredinha do canal em torno do trilho e um patamar de concreto. Na semana passada foi chapiscada a região que seria rebocada e foi colocada pedra miracema nos trilhos do carro na rampa de concreto. Está ficando bom.
Eu estou aproveitando para arrumar minha papelada. Recibos, notinhas de combustível, extratos, contas de consumo e um monte de porcarias que a gente tem que manter. E por falar e porcaria estou indignado com as dificuldades para transferir o carro que vendi e estava no nome da firma. Há uma norma que obriga a apresentação de CNDs (Certidão Negativa de Débito) do INSS e Receita Federal para a transferência de bens acima de R$24.000,00, até aí tudo bem, mas acontece que eu não consegui nenhuma das duas CNDs por motivos absurdos, veja só: a do INSS estava amarrada por uma discrepância entre valores de guia e declaração decorrentes de uma causa de R$15 mil que ganhamos contra a Previdência e a da Receita não saiu por causa de um negócio enigmático que é uma declaração retificadora que, acredita-se, a própria Receita gerou sobre duas guias pagas em fevereiro e março de 1993, o valor original contestado é de cerca de R$40,00 mas ninguem conseguiu explicar a origem desta irregularidade pois o sistema não consegue encontrar nenhum detalhamento, moral da estória, com juros e multas paguei R$210,00 para encerrar o assunto e desemperrar a CND. O mais curioso é que já obtivemos diversas outras CNDs posteriores a 93 e nunca apareceu tal pendência, mais ainda, o valor não pode mais ser cobrado pois ultrapassou o limite de 5 anos, mas se não paga não transfere o carro. Pode?
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Fim de semana proveitoso
Cacilda, já estava cansado de não fazer nada que prestasse, agora, finalmente consegui um sábado e domingo com algum aproveitamento. No sábado pela manhã instalei uma nova antena de UHF para a TV da sala de vídeo, o sinal ficou bom mas na próxima semana acho que vou instalar o sinal da Sky e outra parábola digital da banda C para aproveitar o decoder que está ocioso. Ainda no sábado fomos ao churrasco de formatura do Fabrício lá na fazenda da Bebel, estava muito bom lá e saboreei uma lingüiça Cuiabana e tambem um pernil de carneiro nota 10!
A família do Fabrício surpreendeu-nos por sua simpatia e simplicidade, gostamos muito.
No domingo, depois de muito enrolar, instalei o fechamento lateral do telhado da garagem. Usei um sistema chamado "siding" e ficou muito legal, além do mais o rufro que mandei fazer em Sanca ficou perfeito e agora só falta o acabamento junto às telhas e para tanto vou mandar fazer uma calha tipo capa-canal especial para ficar tudo bem acabadinho.
Fez muito calor e não comecei outro serviço pois já estava morto quando consegui acabar com a garagem. Tomei um bom banho, jantei e comecei a assistir "A Insustentável Leveza do Ser", nem lembrava como era lindo!
Hoje já tomei algumas providências interessantes, já alinhavei o acordo com o sindicato sobre a compensação de horas para emendar os feriados, coloquei a escrituração do faturamento em dia, solicitei um extrato integral da poupança do Novo Centro Empresarial desde 1997 e contactei a Zetaflex solicitando um representante para estudarmos uma solução do telhado da churrasqueira. Bom né?
No próximo sábado o pedreiro virá para começar o serviço de instalação do portão da rua oposta aqui na firma e será uma coisa muito boa para nossa segurança. Ninguem saberá se estamos ou não na empresa pois os carros ficarão escondidos. Como eu trabalho até bem mais tarde o risco de assaltos cairá bastante.
É isso aí..
A família do Fabrício surpreendeu-nos por sua simpatia e simplicidade, gostamos muito.
No domingo, depois de muito enrolar, instalei o fechamento lateral do telhado da garagem. Usei um sistema chamado "siding" e ficou muito legal, além do mais o rufro que mandei fazer em Sanca ficou perfeito e agora só falta o acabamento junto às telhas e para tanto vou mandar fazer uma calha tipo capa-canal especial para ficar tudo bem acabadinho.
Fez muito calor e não comecei outro serviço pois já estava morto quando consegui acabar com a garagem. Tomei um bom banho, jantei e comecei a assistir "A Insustentável Leveza do Ser", nem lembrava como era lindo!
Hoje já tomei algumas providências interessantes, já alinhavei o acordo com o sindicato sobre a compensação de horas para emendar os feriados, coloquei a escrituração do faturamento em dia, solicitei um extrato integral da poupança do Novo Centro Empresarial desde 1997 e contactei a Zetaflex solicitando um representante para estudarmos uma solução do telhado da churrasqueira. Bom né?
No próximo sábado o pedreiro virá para começar o serviço de instalação do portão da rua oposta aqui na firma e será uma coisa muito boa para nossa segurança. Ninguem saberá se estamos ou não na empresa pois os carros ficarão escondidos. Como eu trabalho até bem mais tarde o risco de assaltos cairá bastante.
É isso aí..
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Tinha até esquecido desse Trem..
Desde o último post muita água rolou e coisas incríveis aconteceram.
Pensei até que o meu blog tinha caducado mas como ele está aqui, firme e forte, acho que até vou tentar dar uma recapitulada prá editar uns posts antigos que eu lembro as datas e alguns fatos.
Vou relembrar de algumas viagens como: Manaus, Belem, Amsterdam, Colônia, Palmas, Lisboa, Porto, Roma e Torino. Quero tambem reconstruir os recentes episódios da formatura do Domeio onde encontrei com amigas antiquíssimas da época em que ainda nem namorava com minha amada e não posso esquecer do ingresso da Caçula na Universidade e da greve que impediu-a de ter uma aula sequer no período passado.
É isso aí, minha netinha continua linda e esperta como sempre e eu coloquei um carro que é muito bonito mas uma bosta à venda prá ver se algum louco compra.
Bem, por enquanto é só essa revisadinha geral pois filha e neta estão retornando de Guararapes e já ligaram dizendo que estão próximas. Vou tomando o caminho da rodoviária então né?
Tchau!
Pensei até que o meu blog tinha caducado mas como ele está aqui, firme e forte, acho que até vou tentar dar uma recapitulada prá editar uns posts antigos que eu lembro as datas e alguns fatos.
Vou relembrar de algumas viagens como: Manaus, Belem, Amsterdam, Colônia, Palmas, Lisboa, Porto, Roma e Torino. Quero tambem reconstruir os recentes episódios da formatura do Domeio onde encontrei com amigas antiquíssimas da época em que ainda nem namorava com minha amada e não posso esquecer do ingresso da Caçula na Universidade e da greve que impediu-a de ter uma aula sequer no período passado.
É isso aí, minha netinha continua linda e esperta como sempre e eu coloquei um carro que é muito bonito mas uma bosta à venda prá ver se algum louco compra.
Bem, por enquanto é só essa revisadinha geral pois filha e neta estão retornando de Guararapes e já ligaram dizendo que estão próximas. Vou tomando o caminho da rodoviária então né?
Tchau!
terça-feira, junho 21, 2005
Transferência Veículo
Já fiz isso no passado e agora estou com vontade de fazer de novo: vou transferir um carro sem auxílio do despachante.
A motivação é a seguinte: se eu fizer custa R$79,20 e se o despachante fizer custa R$180,00.
Parece-me uma boa motivação
A motivação é a seguinte: se eu fizer custa R$79,20 e se o despachante fizer custa R$180,00.
Parece-me uma boa motivação
sexta-feira, junho 17, 2005
No meio do caminho tem um palco.
Sexta-feira, o palco continua lá, incólume. Parece até que olha para mim com arrogância, estimulada pela brisa, a lona branca que o recobre parece fazê-lo bufar provocativamente deixando-o mais atrevido enquanto entope o meu caminho.
Pela minha cabeça cheguei a pensar em uma missão diferente, pegar minha Esab, um punhado de eletrodos e soldar todas as suas uniões e parafusos, ratificando sua insistente vontade de permanecer em meu caminho. Se com 18 estivesse já o teria feito mas aos 46 prefiro caminhos menos audazes. Fui então à PM e decobri que por lá o alvará nem passa, só um requerimento para o alvará é lido e comentado pelo policial em comando que apenas apõe ao papel o caminho a ser trilhado em função das características do evento. Voltei à prefeitura e desta vez encontrei uma boa alma que recomendou que eu procurasse em outro prédio pelo responsável pela Infra-estrutura, um tal de Perrota, mas não o encontrei naquele horário e fui informado que lá estaria após as 15:30.
Minha filha já de malas prontas para visitar o avô embarcou no ônibus das 15:45 h e de lá eu voltei à procura do tal Perrota que atendeu-me com muita cordialidade e após tentar localizar o tal documento informou-me, muito constrangido, que não há o menor registro daquele ou de qualquer outro alvará concedido. Se alguem quiser saber o teor de um alvará daqui tem que pedir ao próprio requerente que por sua vez pode recusar a apresentá-lo a qualquer um que não seja uma autoridade constituida.
Rindo de nossa lamentável condição eu o Perrota nos despedimos combinados de tentar uma manobra diferente para qualificar a violação dos termos do tal alvará que, de cabeça, ele lembra não permitir a interrupção do transito: eu solicitaria a presença de uma viatura para identificar a presença do palco no meio da rua, o policial pediria o alvará ao organizador da festa e caso não estivesse prevista a obstrução seria lavrado um B.O. baseado na violação dos termos do alvará.
E assim foi feito.
Faltou explicar a questão fundamental: porquê o tal palco não foi desmontado logo após a festa?
A resposta é simplesmente inquietante: Mantiveram o palco para a festa junina de uma escola das proximidades que preferiu fazer sua festa na área da igreja como forma de ludibriar a lei federal que impede festas em escolas com venda de bebidas alcoólicas!
É mole ?
Pela minha cabeça cheguei a pensar em uma missão diferente, pegar minha Esab, um punhado de eletrodos e soldar todas as suas uniões e parafusos, ratificando sua insistente vontade de permanecer em meu caminho. Se com 18 estivesse já o teria feito mas aos 46 prefiro caminhos menos audazes. Fui então à PM e decobri que por lá o alvará nem passa, só um requerimento para o alvará é lido e comentado pelo policial em comando que apenas apõe ao papel o caminho a ser trilhado em função das características do evento. Voltei à prefeitura e desta vez encontrei uma boa alma que recomendou que eu procurasse em outro prédio pelo responsável pela Infra-estrutura, um tal de Perrota, mas não o encontrei naquele horário e fui informado que lá estaria após as 15:30.
Minha filha já de malas prontas para visitar o avô embarcou no ônibus das 15:45 h e de lá eu voltei à procura do tal Perrota que atendeu-me com muita cordialidade e após tentar localizar o tal documento informou-me, muito constrangido, que não há o menor registro daquele ou de qualquer outro alvará concedido. Se alguem quiser saber o teor de um alvará daqui tem que pedir ao próprio requerente que por sua vez pode recusar a apresentá-lo a qualquer um que não seja uma autoridade constituida.
Rindo de nossa lamentável condição eu o Perrota nos despedimos combinados de tentar uma manobra diferente para qualificar a violação dos termos do tal alvará que, de cabeça, ele lembra não permitir a interrupção do transito: eu solicitaria a presença de uma viatura para identificar a presença do palco no meio da rua, o policial pediria o alvará ao organizador da festa e caso não estivesse prevista a obstrução seria lavrado um B.O. baseado na violação dos termos do alvará.
E assim foi feito.
Faltou explicar a questão fundamental: porquê o tal palco não foi desmontado logo após a festa?
A resposta é simplesmente inquietante: Mantiveram o palco para a festa junina de uma escola das proximidades que preferiu fazer sua festa na área da igreja como forma de ludibriar a lei federal que impede festas em escolas com venda de bebidas alcoólicas!
É mole ?
quarta-feira, junho 15, 2005
tem um palco no meio do caminho ..
Dirigí-me à prefeitura e a moça do protocolo passou-me um nome de requerente de alvará que supostamente foi para a Igreja de Fátima: um tal de Nelson Pereira de Souza, alvará para eventos requerido no dia 9 de junho.
Como queria ler ou obter uma cópia do teor deste alvará e a tesouraria só abre no período da tarde, após as 13:00 voltei aos meus afazeres e após o almoço fui atendido e para minha surpresa informaram que naquele local não havia cópia de alvarás e indicaram que procurasse seu teor na Polícia Militar, Polícia Civil ou Conselho Tutelar.
Hoje não vai dar para continuar este garimpo, o palco continua no caminho e amanhã eu dou prosseguimento a esta via crucis.
Como queria ler ou obter uma cópia do teor deste alvará e a tesouraria só abre no período da tarde, após as 13:00 voltei aos meus afazeres e após o almoço fui atendido e para minha surpresa informaram que naquele local não havia cópia de alvarás e indicaram que procurasse seu teor na Polícia Militar, Polícia Civil ou Conselho Tutelar.
Hoje não vai dar para continuar este garimpo, o palco continua no caminho e amanhã eu dou prosseguimento a esta via crucis.
terça-feira, junho 14, 2005
No meio do caminho tinha um palco..
Para a insolente festa junina da Igreja N. Sra. de Fátima foi montado uma enorme estrutura metálica como palco de apresentações de pseudo-artistas que tentam aos berros interpretar músicas que falam de sexo, traição, drogas e até de amor mas nunca de religião ou canções tradicionais juninas. Nada contra já que os frequentadores parecem culturalmente ajustados a este repertório.
Curiosamente o palco continua montado desde o final das comemorações no domingo e já é terça-feira. Tentei então registrar uma ocorrencia da irregularidade através de um B.O. na Polícia Militar mas fui informado que aqui os assuntos de trânsito e alvarás de festas é assunto exclusivo da prefeitura.
Ligando para a prefeitura a recepcionista supôs que o assunto seja da Infra-estrutura e passou-me um outro número que está permanentemente ocupado.
Amanhã tentarei tratar pessoalmente disso.
Curiosamente o palco continua montado desde o final das comemorações no domingo e já é terça-feira. Tentei então registrar uma ocorrencia da irregularidade através de um B.O. na Polícia Militar mas fui informado que aqui os assuntos de trânsito e alvarás de festas é assunto exclusivo da prefeitura.
Ligando para a prefeitura a recepcionista supôs que o assunto seja da Infra-estrutura e passou-me um outro número que está permanentemente ocupado.
Amanhã tentarei tratar pessoalmente disso.
segunda-feira, junho 13, 2005
Namorados
Cumprindo promessa da semana anterior neste final de semana fomos passear só eu e a minha mulher. Saímos no sábado bem cedo e seguimos por estradas de terra até uma pousada perto de Itanhandú, só que antes de nos hospedarmos passeamos o dia todo indo a Pouso Alto, Itanhandú e Passa Quatro onde conseguimos aproveitar um passeio de Maria Fumaça que saiu de lá às 14:30, seguiu até o túnel da divisa com Cruzeiro no estado de SP e retornou no finalzinho da tarde.
A pousada não era grande coisa mas tinha um certo charme, jantamos espartanamente uma pizza em Itanhandú e curtimos umas intimidades depois.
No domingo fomos para Itamonte à procura de trabahos em tear e descobrimos que os artesãos de tear da cidade são de uma localidade chamada Campo do Meio, na área rural, situada a 30 km do centro e entre uma conversa e outra descobrimos que havia uma interessante opção de trajeto chamada "volta dos 80" que é um caminho de beleza ímpar de cerca de 80 km na sua maior parte quase intransitável e em terra. Optamos então pela tal volta e não deu prá se arrepender de jeito nenhum. Foi espetacular!
Nesse caminho descobrimos uma pousada muito, mas muito, legal mesmo e com preços interessantes. Já a incluímos no nosso próximo roteiro e depois conto como foi.
Foi muito bom, aproveitamos demais e curtimos, ou melhor, curtimo-nos de montão.
Que dia dos namorados!
A pousada não era grande coisa mas tinha um certo charme, jantamos espartanamente uma pizza em Itanhandú e curtimos umas intimidades depois.
No domingo fomos para Itamonte à procura de trabahos em tear e descobrimos que os artesãos de tear da cidade são de uma localidade chamada Campo do Meio, na área rural, situada a 30 km do centro e entre uma conversa e outra descobrimos que havia uma interessante opção de trajeto chamada "volta dos 80" que é um caminho de beleza ímpar de cerca de 80 km na sua maior parte quase intransitável e em terra. Optamos então pela tal volta e não deu prá se arrepender de jeito nenhum. Foi espetacular!
Nesse caminho descobrimos uma pousada muito, mas muito, legal mesmo e com preços interessantes. Já a incluímos no nosso próximo roteiro e depois conto como foi.
Foi muito bom, aproveitamos demais e curtimos, ou melhor, curtimo-nos de montão.
Que dia dos namorados!